Tive meu primeiro contato com a astrologia védica em 2020, em plena pandemia, foi quando percebi que a vida tem um sentido maior do que nascimentos e mortes.
Ao receber minha primeira leitura, fiquei encantada com a precisão de informações sobre mim. E não tinha mais jeito! Era um caminho sem volta... senti o chamado forte pulsando, peguei meu mapa védico e fui estudar.
Estudar muito e de várias fontes. Aprendi com Goura Hari Dasa, Namaste Rasas, Gunesvara Das, Madu Cabral e me aprofundei com Vic di Cara, Kapiel Raaj e Ernst Wilhelm.
No caminho fiz estudos paralelos de Yogasutras de Patanjali (Diego Koury) e Vedanta.
É incrível como sempre há algo para aprender e quão profundo conseguimos chegar com o mapa.