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Nascer para sonhar 

Um romance de Paulo Rogério da Motta

O cotidiano é repleto de magia e encanto quando o simbolismo que há em tudo é percebido. A sincronicidade, o mítico e o sagrado são ingredientes da história que se inicia com um sonho onírico e culmina com a realização do sonho como aspiração da alma.

Traduzindo o Euniverso

 

 

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Em cada um... um universo

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Vinícius de Moraes

 

 

Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes ou Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro, RJ, 19 de outubro de 1913 - 9 de julho de 1980) foi diplomata, jornalista, poeta e compositor brasileiro.

Chovia forte na madrugada de 19 de outubro de 1913, no antigo nº 114 (casa já demolida) da rua Lopes Quintas, na Gávea, Rio de Janeiro, ao lado da chácara de seu avô materno, Antônio Burlamaqui dos Santos Cruz. Seus pais: dona Lydia Cruz de Moraes e seu Clodoaldo Pereira da Silva Moraes. O pai era sobrinho do poeta, cronista e folclorista Mello Moraes Filho e neto do historiador Alexandre José de Mello Moraes.

Começou a carreira como diplomata, mas a abandonou para se dedicar à arte. Compôs com muitas pessoas do movimento da bossa nova. O parceiro com o qual mais tempo ficou foi Toquinho, mas também fez muitas composições em parceria com Tom Jobim e Edu Lobo.

Sua obra poética se confunde um pouco com sua obra musical, pois alguns poemas foram gravados em música, pelo próprio Vinícius ou por outros músicos. É o caso do Soneto de Fidelidade, que é declamado por Vinícius na música Eu sei que vou te amar, em gravação feita em dueto com Maria Creusa, lançada em abril de 1972. E o poema Rosa de Hiroshima foi gravado pelo grupo Secos e Molhados e posteriormente por Ney Matogrosso.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vin%C3%ADcius_De_Moraes

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